Sete camadas de análise — da coleta pública à validação humana — destilam um perfil inteiro em um número honesto entre 0 e 99.
Alguém desconfia de um perfil e cola o link. É tudo que precisamos para abrir um dossiê.
Limite: Só analisamos o que é público.
Avatar, bio e as mídias públicas mais recentes — até 12 por perfil. Sem login, sem scraping privado.
Limite: Perfis privados ficam de fora.
Os TRÊS detectores participam de toda análise: a Sightengine examina todas as mídias (imagem IA, deepfake, rosto, OCR); a Hive analisa os vídeos mais relevantes na duração completa, frame a frame, e atribui o provável gerador; o AI or Not faz a checagem cruzada nas mídias de maior score. O score do item é a média dos detectores que rodaram — e desacordos viram alerta para o revisor.
Limite: Detectores erram em direções diferentes — por isso são três, e não um.
Frames amostrados uniformemente ao longo de TODA a duração do vídeo + análise contínua de até 60s pela Hive, com trechos suspeitos marcados por timestamp e checagem do áudio.
Limite: Vídeos muito longos têm a análise contínua limitada ao primeiro minuto.
Procuramos o manifesto C2PA no arquivo — o padrão de proveniência de Adobe, Google e OpenAI. Manifesto declarando IA é evidência dura: o item vai a 99.
Limite: Plataformas removem metadados no upload — ausência não prova nada.
Um modelo de linguagem lê bio, legendas, OCR e scores para classificar a categoria, flagrar autodeclaração de IA e escrever o laudo descritivo. É aqui também que rastreamos a monetização: links externos, termos de venda e o que o perfil aparenta oferecer. Um rosto sintético é uma curiosidade; um rosto sintético vendendo suplemento, curso ou consultoria é risco ao público — por isso essa informação sai do rodapé e vai para o topo do laudo.
Limite: Descrevemos o que é ofertado publicamente — não julgamos o produto.
Nada é publicado sem um especialista revisar o laudo preliminar e bater o carimbo: não declarado, declarado ou humano verificado.
Limite: Humanos também erram — por isso existe contestação.
Todo detector é probabilístico: geradores evoluem toda semana e fotos reais às vezes enganam a máquina. Reservamos o 100 para a certeza absoluta — que tecnicamente não existe. A barra trava no 99, sempre.
E o número é sempre a medição dos detectores — nunca é inflado pelo veredito. Quando o próprio perfil declara ser IA e um especialista valida, essa confirmação aparece como selo ao lado do score técnico, não como um 99 forçado.
Varia por técnica e tipo de mídia. Thumbnails subestimam vídeos; filtros elevam falsos positivos. É por isso que máquina alguma publica nada aqui sozinha.
Toda página de perfil tem o botão Pedir reavaliação — o caso volta para a mesa e um especialista responde. Um pedido por perfil por semana.